Suicídios - Campo Grande - Mato Grosso do Sul: FILOSOFIA DA MORTE

terça-feira, 25 de abril de 2017

FILOSOFIA DA MORTE

FILOSOFIA DA MORTE
Emmanuel

O cadáver é detrito da carne, enquanto que um morto é alguém que se ausenta da vida.
Há muita gente que perambula nas sombras da morte, sem morrer. (R. – 1/953)
Lembra-te de que as civilizações se sucedem no mundo, há milhares de anos, e que os
homens, por mais felizes e por mais poderosos, foram constrangidos à perda do veículo de
carne para o acerto de contas morais com a eternidade. (R. – 3/953)
A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia,
gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam. (R. – 4/953)
Em desencarnando, não entra o Espírito na posse de poderes absolutos. A morte significa
apenas uma nova modalidade de existência, que continua, sem milagres e sem saltos.
(Emm.)
As lágrimas que dilaceram, as mágoas que pungem, as desilusões que fustigam o coração,
constituem elementos atenuantes da vossa imperfeição, no tribunal augusto, onde pontifica
o mais justo, magnânimo e íntegro dos juízes. Sofrei e confiai, que o silêncio da morte é
o ingresso para uma outra vida, onde todas as ações estão contadas e gravadas as menores
expressões dos nossos pensamentos. (Emm,.)
Transferir-se alguém da esfera carnal para a erraticidade não significa ausentar-se da iniciativa
ou da responsabilidade, nem vaguear em turbilhão aéreo, sem diretivas essenciais.
(Pref. 0, V. E.)
A morte não extingue a colaboração amiga, o amparo mútuo, a intercessão confortadora,
o serviço evolutivo. As dimensões vibratórias do Universo são infinitas, como infinitos
são os mundos que povoam a Imensidade. (Pref. O. V. E.)
Se procuras contacto com o plano espiritual, recorda que a morte ao corpo não nos santifica.
(Rot.)
A morte a ninguém propiciará passaporte gratuito para a ventura celeste. Nunca promoverá
compulsoriamente homens a anjos. Cada criatura transporá essa aduana da eternidade
com a exclusiva bagagem do que houver semeado, e aprenderá que a ordem e a hierarquia, a
paz do trabalho edificante, são características imutáveis da lei, em toda a parte. (Pref. N. M.
M.)
Espiritualmente falando, apenas conhecemos um gênero temível de morte – a da consciência
denegrida no mal, torturada de remorso ou paralítica nos despenhadeiros que marginam
a estrada da insensatez e do crime. (P. N.)
Encontramos a morte tão-somente nos caminhos do mal, onde as sombras impedem a
visão gloriosa da vida. (P. N.)
Bem-aventurado o homem que segue vida afora em espírito! Para ele, a morte aflitiva
não é mais que alvorada de novo dia, sublime transformação e alegre despertar! (P. N.)
Os que vivem com mais dedicação às coisa do Espírito, esses encontram maiores elementos
de paz e felicidade no futuro ; para eles, que sofreram mais, em razão do seu afastamento
da vida mundana, a morte é um remanso de tranquilidade e de esperança. Encontrarão
a paz ambicionada nos seus dias de lágrimas torturantes. (Ren.)
Terás muitos negócios próximos ou remotos, mas não poderás subtrair-lhes o caráter de
lição, porque a morte te descerrará realidades com as quais nem sonhas de leve... (V. L.)
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Para os que permanecem na carne, a morte significa o fim do corpo denso; para os
que vivem na esfera espiritual, representa o reinício da experiência. (V. L.)
O reino da vida, além da morte, não é domicílio do milagre.
Passa o corpo, em trânsito para natureza inferior que lhe atrai os componentes, entretanto,
a alma continua na posição evolutiva em que se encontra. (Rot.)

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